Crônicas dolorosas 32: o taxista baladeiro

dor e taxiA caminho de um jantar com amigos, um taxista paulista descolado vem conversando com  3 passageiros cariocas no clássico trânsito de São Paulo. Conversa vai, conversa vem, vários assuntos entram no meio: o trânsito, uber, homens e mulheres, cerveja e “balada paulista”.

Dentre os fracos e fortes, eis que o taxista começa a falar de sua experiência sobre as baladas, de como ele é um “pegador paulistano”. É fato que isso irá gerar dor de cabeça e dor na consciência, certo? Nem tanto.

Em uma de suas saídas, o taxista troca beijos calientes com uma “princesinha”: “a gente se beijou a noite toda, beijou muito”, segundo ele. Pouco curiosos sobre o ocorrido, não perguntamos nada.

Mas, tagarela pegador, o taxista continuou: “pois é, depois de um tempo resolvi perguntar o nome daquela princesinha…e ela disse que se chamava patrícia, porém com voz rasgada, rouca e firme. Um silêncio tomou conta do taxi. Era possível ouvir o feno passar na rua.

Quase que em choque, esperando o próximo comentário. Mas, o taxista com muito bom humor, pareceu ter curtido a balada.

O que você acha q aconteceu depois dele descobrir sobre a patrícia(o)?

A – Continuou a beijar (macho que é macho sempre é macho)

B – Ficou agressivo (não gostou nada de saber a verdade)

C – Disse que ia ao banheiro e vazou (malandro carioca)

D – Se tornou um ser humano melhor (experiência)

Fica a dica: um final feliz com certeza! E sem preconceito!

Artur Padão – Dorterapeuta

#dorterapeuta

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