Crônicas dolorosas 25: a dor na poupança

dor e poupEis que as mini férias merecidas e forçadas não poderiam ser melhores. Piscina, praia, sol, “felina” e relax.

Viajar hoje em dia é sinônimo de dor no bolso. No Brasil, o bolso dói em qualquer condição, ainda mais no turismo fervoroso de búzios.

Era o segundo dia para conhecer o bar dos sonhos, aquele que poderia ter sido o local mais badalado, com espumante “moderado” e estilo arrojado. Iria doer no bolso? Bem provável!

Não contava com a astúcia da hostess e com a notícia mais que dolorosa. Você se empolga, gerencia a expectativa, prepara a carteira e…tira o time do meio de campo. Cartão vermelho para o bolso, que deveria desembolsar pelo menos 1.200 reais de consumação à dois só para sentar a poupança nos concorridos colchonetes patrocinados por espumantes chiques e famosos.

A poupança não chegou a doer, mas foi pela tangente. Frustração? Arrependimento? Jamais! A água custava mais de 15 reais! 🙂

Dor na poupança pela ostentação, pode sim? Pode sim, mas aguente a dor! E aguente o meme, Rei do Camarote!

Artur Padão – Dorterapeuta

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